A felicidade e os sintomas dos falsos felizes

Você é feliz? Você se sente feliz? Você acredita que aquilo que você considera felicidade tem que ser igual para todo mundo? Vamos aqui lhe contar uma história verdadeira com a finalidade de lhe mostrar a felicidade e os sintomas dos falsos felizes

A felicidade e os sintomas dos falsos felizes

Quando eu estive em Madrid, capital da Espanha, há pouco mais de 3 anos, uma amiga da minha maravilhosa companheira de viagem, que já morava em Madrid há cerca de dois anos e que também se tornou minha amiga, disse que pretendia passar uns dias em Ibiza.

Coincidentemente, há poucos dias eu assisti a um filme em que um rapaz com cara de gaiato e jeito de velhaco, apesar de se achar muito jovem, perguntou a um juiz se ele já havia se divertido alguma vez de verdade na vida.

Isso me fez refletir sobre a personalidade, a felicidade e os sintomas dos falsos felizes.

A felicidade e os reais sintomas dos falsos felizes

A mesma felicidade serve para todo mundo?

Ibiza é uma das ilhas de um arquipélago da Espanha situado no Mar Mediterrâneo, onde as pessoas gastam muito dinheiro consumindo drogas, comprando muito sexo e participando de muitas orgias. E esse sujeito estava sendo julgado por ter agredido um policial que participava de uma batida em busca de drogas num dos antros onde ocorriam essas orgias.

Eu estava em Madrid pela segunda vez. A primeira vez que fui à Espanha foi há mais de 30 anos, com minha esposa na época. Eu e minha companheira de viagem, nessa volta recente à Espanha, fizemos também uma viagem de trem até Barcelona, que foi alvo de um ataque terrorista muito tempo depois que eu já havia retornado ao Brasil.

Não sei se os terroristas se sentem felizes jogando bombas, e se explodindo, na ilusão de que vão para o paraíso. Para mim, é óbvio, isto está muito distante da sensação de felicidade, mesmo que eu achasse, de fato, que existe esse almejado paraíso após me explodir,

A felicidade e os sintomas dos falsos felizes no mundo todo

A felicidade e os sintomas dos falsos felizes estão em todos os lugares

Eu, seguramente, adoro Madrid, com suas ruas sempre animadas, onde se bate um bom papo em barzinhos. E onde há muitos lugares animados pra gente ir, como de fato fomos, muitas vezes.

E confesso que não fiquei com nenhuma vontade de ir a Ibiza, apesar de ser um ponto turístico muito badalado, mas não me oferecer, por tudo o que eu conheço de lá, a sensação de felicidade.

Eu poderia ter ido lá, mas não fui. E me diverti muito em Madrid. E considero que foi a melhor viagem internacional que já fiz.

Felizes muitas vezes usam máscaras

A felicidade de fachada dos falsos felizes está nas máscaras

Comecei a refletir sobre o que é a felicidade, sobre o que é a ilusão da felicidade e sobre os que fingem ser felizes.

E vou me concentrar agora, exatamente, nos sintomas dos que fingem ser felizes.

Eu me diverti muito em várias das viagens que já fiz. Mas nunca senti vontade de sair gritando pelas ruas: Sou feliz, sou feliz, sou feliz.

Como fazem muitas(os) felizes de fachada…

Quem é feliz não tem necessidade de ficar ostentando

A conclusão óbvia é que, quem  realmente é feliz, não precisa ostentar nem ficar dizendo isso o tempo todo. Mas quem não é, e quer passar aos outros a sensação de felicidade, esses sim, dizem e gritam e ostentam isso a toda hora. É como uma medalha que carregam no peito, ainda que uma medalha falsa.

E os que fingem ser felizes apresentam outros sintomas. Um dos mais frequentes é achar que a sensação de felicidade, ainda que muito fugaz, muito passageira, ilusória ou até simulada, tem que ser imposta aos outros. Como se servisse pra todo mundo.

E, obviamente, o que pode representar felicidade para mim pode não representar para você. E vice-versa.

E não para por aí.

Falsos felizes simulam felicidade

Felicidade não combina com ingratidão e ofensas dos falsos felizes

Quem é realmente feliz nunca é ingrato, nunca cospe no prato em que comeu.

Nunca se mostra ofensivo(a) diante de um passado que já morreu, embora vivam dizendo que são os outros que vivem de passado. E embora tenham se beneficiado desse passado. A seu modo, é claro. Muitas vezes, até, confessadamente, de forma desonesta.

Quem é realmente feliz, como já dissemos, não precisa ficar alardeando isso por achar que, agindo assim, se coloca acima daqueles que eles acham que têm que ter a mesma noção de felicidade, que tantas vezes é falsa e apenas um grave sintoma de ostentação doentia.

O direito de reagir às ofensas dos falsos felizes

Quem é feliz não ofende. Embora tenha o direito de reagir às agressões que sofre.

Quem é feliz não humilha. Embora tenha o direito de revidar as humilhações que lhe são dirigidas.

Quem é realmente feliz, uma felicidade autêntica e verdadeira, é uma pessoa plena, que quer também ver todo mundo feliz.

Quem é realmente feliz é grato pelo que lhe fizeram de bem e de bom. E sabe que a vida de cada um é diferente da dele ou da dela. E respeita isso. Porque tudo na vida, e não só a felicidade, é uma questão pessoal.

A felicidade e os sintomas dos falsos felizes que destroem casamentos

Conflitos e falsidades destroem qualquer relacionamento

Durante algum tempo, depois de um relacionamento tóxico que não chegou a virar casamento, eu pensei em me casar. Não com a mesma pessoa, evidentemente. Hoje me sinto feliz por estar solteiro e não penso em me casar.

Pode ser que um dia eu pense, mas minha noção de casamento feliz mudou muito. E isso só acontece com quem amadureceu na vida.

Eu detesto burrice, o que é muito diferente de ignorância. Como eu costumo dizer, ignorante é quem não aprendeu. E burro é quem não quer aprender.

Mas tem quem consiga juntar as duas coisas: burrice e ignorância.   

Felicidade e falsos felizes nunca combinam

Afinidade exige inteligência e dispensa vulgaridade

Então, para mim, casamento feliz é se eu puder ter ao meu lado uma mulher inteligente, com quem eu possa conversar sobre vários assuntos. Que não seja superficial, nem vulgar.

E que seja mais sensual até do que bela. Pois a sensualidade torna a mulher sempre bela.

Se na minha solteirice de homem que já viveu várias experiências eu encontrar essa pessoa, pode ser até que eu queira me casar de novo.

Homens iguais para mulheres iguais e a certeza de não dar certo

Obviamente, eu estou analisando as mulheres porque é com elas que eu me relaciono, e fica mais fácil analisar. Mas sei que também tem muito homem burro e ignorante.

Esses se relacionam com mulheres iguais a eles: vazias de ideias, destituídas de conteúdo, fugazes, muitas vezes vulgares. Porque querem somente sexo.

E muitas dessas mulheres rolam de mão em mão. Os homens dão uma experimentadinha e vêem que aquilo não pode se transformar em nada sério. E aí dão no pé.

A felicidade e os sintomas dos falsos felizes

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Porque eu sei que não existem duas pessoas completamente iguais. Mas, para mim, pelo menos, sexo sem afeição, sem envolvimento, sem encontro verdadeiro, passou da época.

É coisa de molequinhos imaturos ou de quem está naquela idade em que o excesso de hormônios faz com que eles fiquem excitados até mesmo quando veem uma perna de mesa.

Felicidade no casamento não dá certo com falsos felizes

Felicidade tem que vir de dentro. O resto é ostentação e enganação

A pessoa que é realmente feliz sabe que isso vem, sobretudo, de dentro, porque é uma sensação. E não apenas o reflexo daquilo que a rodeia.

E sabe também que não adiantas correr atrás.

Eu conheço pessoas recalcadas que dizem, como eu, que não querem se casar.

A diferença é que as recalcadas vivem correndo atrás e não conseguem nada. Até porque, a exemplo de quando fingem ser felizes, elas querem apenas ostentar companhia e supostos amores.

sem exibicionismo

Exibicionismo é o primeiro passo para o fracasso

Eu aprendi, desde quando eu era quase uma criança, que não se deve alardear conquistas nem relacionamentos a troco de exibicionismo.

Eu tinha cerca de 13 anos quando subi de elevador com uma menina de mais de 18 que era muito atraente. Eu dei, como se diz, uns amassos nela ali mesmo no elevador. E ela aceitou e retribuiu.

Eu estava enlouquecido com a sensação de encontrar de novo com ela. Mas, antes de realizar esse sonho, caí na besteira de falar sobre essa moça linda com o zelador do prédio, com quem eu batia muitos papos, sempre.

E olha que eu apenas comentei com ele que eu achava aquela mulher muito bela, num momento em que ela passou de longe por nós.

Aí, não deu outra: logo na primeira vez em que me viu depois daqueles amassos no elevador, ela comentou com o próprio zelador, em voz bem alta, pra que eu, que passava perto, ouvisse.

“Não se enxerga. Não passa de uma criança”.

Não cheguei a perder a amizade com o zelador. Mas perdi a chance de um encontro delicioso com aquela mulher de seios lindos que eu acariciei dentro do elevador.

Nunca mais me esqueci dessa lição.

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