Pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos

Eu tenho insistido, em todos os meus sites e também nos meus canais no Youtube, que a pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos.

Em resumo: a pandemia do vírus que assusta em escala global pode ser a grande oportunidade para compreender que é hora de repensar o mundo.

Pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos

Pandemia para eliminar preconceito em relação à sexualidade

O termo preconceito abrange uma quantidade imensa de temas e de perfis. E a sexualidade, evidentemente, está entre esses temas.

Eu até arriscaria dizer que é na sexualidade onde se verifica a maior quantidade de preconceitos.

Preconceito em relação à sexualidade é apenas um na multidão

A sociedade hoje é o retrato de uma multidão de preconceitos

Homens sofrem preconceitos. Mulheres sofrem preconceitos. Gays sofrem preconceitos. Casados, solteiros, divorciados, todos têm a sua carga de preconceitos nas costas.

E para que servem os preconceitos, a não ser para provocar angústias, conflitos, agressões e até mortes?

multidão de preconceitos

Pandemia para debater e eliminar preconceitos em sociedade

As mulheres dizem que os homens são todos iguais, numa generalização também preconceituosa. Até porque, evidentemente, não existe nenhuma mulher que conheça todos os homens do mundo.

As mulheres estão entre os segmentos da sociedade que mais sofrem preconceitos.

Por isso mesmo, deveriam sempre figurar na linha de frente no combate a todos os tipos de preconceito.

Pandemia para eliminar preconceitos tem que virar bandeira de luta

Pandemia para eliminar preconceitos como bandeira de luta

A mulher solteira que tem filhos muitas vezes é vista com preconceito.

A situação é tão absurda em sociedade, que a pandemia para eliminar preconceitos teria que se transformar num tema de luta.

Eu citei esse exemplo para resumir a motivação básica do preconceito: meter-se na vida dos outros.

A pandemia como bandeira de luta para evitar fofoqueiros

Cuidar da própria vida é atitude rara hoje em sociedade

O preconceito, normalmente, é a arma do recalcado para tentar se defender da vida com a qual não está satisfeito.

Porque, evidentemente, se cuida da sua própria vida e caso se  sinta feliz, a pessoa não vai se meter na vida dos outros.

Daí é possível se deduzir que, existindo tanto preconceito no mundo, isso é sinal de que tem pouca gente feliz. Ou que se preocupe em cuidar da própria vida.

Opinar sobre a vida alheia é vício em sociedade

Infelicidade pode ser a causa da intromissão na vida alheia

Entre as coisas no mundo que precisam mudar, portanto, estão essa falta de felicidade e a intromissão na vida alheia.

O que significa que, se você se posiciona claramente contra o preconceito, estará automaticamente se posicionando a favor da felicidade das pessoas e contra o mau hábito que tantos têm de se meterem na vida alheia.

Pandemia para evitar preconceito em época de isolamento
Clique acima para assistir ao vídeo

Pandemia para evitar preconceito em época de isolamento. E sempre

Eu novamente tenho que citar o caso de um dos vídeos mais vistos e comentados no canal.

Você pode assistir ao vídeo clicando aqui ou na imagem acima.

O vídeo aborda, exatamente, a questão do preconceito. Na verdade, um duplo preconceito. Contra a mulher e contra os homossexuais.

Que estão, certamente, entre os que mais sofrem preconceitos.

Preconceito ou simples curiosidade? É a sua vez de opinar

Bruna Almeida, frequentadora do Canal Recado Secreto, está entre as centenas de pessoas que comentaram o vídeo, que ela diz ter amado, por sinal.

Mas, ela completa: ninguém pode afirmar que Michelle Obama é ou não homem.

O comentário de Bruna pode perfeitamente não estar viciado pelo preconceito.

Pandemia também é oportunidade para eliminar preconceitos
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Pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos

A frequentadora do canal se prendeu a uma questão que mobilizou a atenção de praticamente todas essas centenas de pessoas que se manifestaram.

Seria Michelle Obama homem ou mulher?

É uma simples curiosidade? Pode ser que sim.

Só que esse não é o foco do vídeo.

Não foi isso que serviu de motivação central para que eu fizesse o vídeo.

A motivação foi outra: a de passar a mensagem de que a sexualidade de uma pessoa é questão pessoal, em torno da qual essa pessoa não deve satisfação a ninguém.

Pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos e descobrir segredos dos homens
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Você gostaria de ter sua vida pessoal compartilhada?

E surge a questão: como se materializa um preconceito? Exatamente na visão equivocada de que vida pessoal deve ser compartilhada, o que agride o próprio conceito de vida pessoal.

Os ferozmente preconceituosos também disseram que, se Barack Obama fosse de fato homossexual, não poderia ter sido presidente dos Estados Unidos.

Veja a carga imensa de preconceito que existe nisso. Sexualidade, vida pessoal e capacidade política se misturam, como se um homossexual não tivesse condições de ser um bom político.

Pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos em relação à sexualidade

Sexualidade ou caráter, o que está em jogo na política?

Em sentido oposto, seria aceitável deduzir que, na ótica dessas pessoas, um machão, ainda que explorador de mulheres, mau caráter e corrupto, daria um bom político, por não ser homossexual.

Ou, visto sob outra perspectiva: um excelente administrador, livre de qualquer suspeita de corrupção e com grande caráter não poderia ser eleito presidente se fosse homossexual.

É esta a visão das pessoas que colocam a sexualidade e a vida pessoal como valores acima de tudo.

Mas, ao contrário disso, evidentemente, o que determina se um homem será ou não um bom político é a sua capacidade, o fato de não ser um corrupto e, sobretudo, de ter caráter.

Sexualidade ou caráter em jogo na política

A discussão sobre o que interessa em relação aos que governam

Também as dúvidas que são apontadas quanto à sexualidade de Michelle Obama têm origem no fato de que mulheres convictas de seus direitos, lutadoras e inteligentes têm que ter sua sexualidade colocada em dúvida. Pelos machões e preconceituosos de um modo geral, evidentemente.

Para quem não sabe, os preconceitos contra Michele Obama vêm de quando ela ainda era uma jovem decidida e poderosa, capaz de expor suas ideias de forma corajosa, ainda que enfrentando um público que sempre duvidou, por isso mesmo, não apenas de sua sexualidade como também de sua capacidade.

Ou seja: uma mulher que, mesmo muito antes de se tornar Primeira Dama, já se destacava como mulher poderosa.

E muitos homens têm medo das mulheres poderosas.

Reconquiste sua mulher
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Pandemia é a oportunidade para eliminar preconceitos e lutar pela preservação do respeito à vida pessoal

Então, se você quiser se engajar nessa luta para melhorar o mundo, rejeite os preconceitos.

Compreenda que a sua vida pessoal é só sua.

E que a dos outros é só deles.

E cultive a felicidade.

Para não ter vontade de se meter na vida de ninguém.

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