Mulheres e homens que não gostam de sexo. Isso existe?

timidez2

Você está acostumado a ver nos meios de comunicação inúmeros casos de estupro e todo tipo de violência sexual e de taras diversas.

Mas você sabia que existem mulheres e  homens que não sentem falta de sexo e que não sofrem com isso?

E que existem os que estão na mesma situação, mas que sofrem? E sofrem muito!

O nome disso é assexualidade, mas as causas são inúmeras. A assexualidade, ou seja, o completo desinteresse por sexo, afeta 1 por cento da população mundial. Parece pouco, não é? Mas veja bem: a população mundial hoje é de aproximadamente 7,2 bilhões de pessoas. Um por cento disso dá um total de mais de 70 milhões de pessoas, número nada desprezível, você há de concordar. Isso sem contar que esse número pode ser maior, porque evidentemente não dá para ouvir toda a população e em alguns países as estatísticas não são assim tão precisas.

E no Brasil, segundo alguns estudos recentes, esse percentual é ainda maior: cerca de 7,7% das mulheres e 2,5% dos homens não sentem a menor necessidade de sexo e não sofrem com isso.

E não estamos falando de frigidez ou de falta de libido eventual ou passageira, não. Nestes casos, o número seria ainda muito maior. Estamos falando de completa e absoluta falta de desejo sexual. Ou seja: a pessoa não tem vontade de transar e pode ser assim por toda a vida e não sentir falta. É fácil concluir que, se isso virasse uma epidemia, a população do mundo seria extinta.

Novamente a Inglaterra assume a liderança nessas pesquisas. Quer dizer, não se sabe se é porque a Inglaterra convive com mais problemas relacionados à sexualidade ou se é porque é onde existem realmente mais problemas com sexo. Mas que o inglês é meio esquisitinho, isso é mesmo. Quem já conviveu com esse povo de lá sabe perfeitamente disso.

E não é preconceito não.

Mas se as pessoas não querem saber de sexo e não sofrem com isso, por que se preocupar?
Eis aí a questão.
Assista ao vídeo que você ficará sabendo:

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *