O que mais a mulher teme na cama

Eu sei que muita mulher vai ironizar dizendo que o que ela mais teme na cama é o próprio marido.

Mas eu não estou falando de relacionamento. Desta vez estou falando de sexualidade.

E nem precisa dizer que este vídeo não interessa só às mulheres. Na verdade, pode-se dizer até que ele interessa mais aos homens.

Então, vai aqui uma pequena lista do que as mulheres mais temem na cama.

 

 

1 – Não ter orgasmo

Já falamos nisso em outros vídeos, mas por ser uma realidade vamos acrescentar algumas observações.

Muitas vezes a mulher se preocupa até em fingir o orgasmo por convicção de que o companheiro só vai ficar satisfeito se ela atingir esse clímax. E o mais curioso é que algumas mulheres sentem muito prazer nas relações e ainda assim se preocupam com o fato de não terem orgasmos.

Pode-se pensar que, na verdade, elas não saibam o que é o orgasmo e podem até ter atingido o clímax, mas a questão não é essa. Conheço mulheres que sentem orgasmo apenas se masturbando. Portanto, experimentam a sensação e sabem identificá-la.

Às vezes sentem até extremo prazer na relação e ainda assim reconhecem que não sentem a sensação de quando se masturbam.

Isso pode estar relacionado a fatores emocionais, psicológicos ou mesmo físicos. E muitas vezes, é óbvio, elas não sentem nem muito prazer e nem o orgasmo.

Masturbação

A própria preocupação ou o suposto compromisso de chegar ao orgasmo pode ser uma má influência. Assim, por exemplo, como a preocupação com o próprio corpo, por achar que não é tão bonita ou pelo fato de o próprio companheiro transmitir essa sensação a ela.

Esta é uma das razões pelas quais sentem orgasmo com a masturbação, pois nenhuma dessas preocupações está presente.

O momento da relação também tem influência. Se estiver sob tensão ou aborrecida com alguma coisa, é lógico que o prazer se torna mais difícil, quanto mais o orgasmo. Dar um tempo após o término da menstruação e da ovulação pode ser também uma boa alternativa. Muitas mulheres ficam tensas com a menstruação e isso atrapalha. E fora desses períodos os hormônios podem estar mais elevados, o que ajuda na hora do prazer.

Sensações de insegurança, medo, baixa autoestima e lembrança de experiências negativas reforçam os bloqueios psicológicos.

A boa notícia é que isso tudo tem cura. Terapias, conscientização, exercícios, tudo pode ajudar. É lógico que, no caso de traumas, os cuidados profissionais são indispensáveis, mas nesses casos a mulher pode não sentir nem prazer, quanto mais o clímax. E, embora os resultados sejam normalmente mais demorados, eles podem ser alcançados com a ajuda de bons profissionais.

2 – Baixa libido ou ausência de vontade

São fatores parecidos, mas não são iguais. A falta de vontade pode ser momentânea e a insistência do companheiro pode levar à transa mesmo sem vontade. Cuidado, homem insistente. Se você fizer isso de forma obstinada, sua mulher vai encarar você como se fosse esses gorilas que ficam fazendo gestos obscenos nas jaulas dos zoológicos. Mas eles agem por instintos selvagens. Você não pode ser assim.

É lógico que o momento vivido pelo casal tem forte influência. Brigas, atitudes de desamor e rejeição abalam a vontade. Até mesmo os períodos de amamentação podem diminuir a libido. Mas que isso não faça você deixar de amamentar o seu bebê.

Os anticoncepcionais também teriam influência negativa, bem como outras formas de proteção contra a gravidez. Mas, da mesma maneira, você não vai deixar de se prevenir contra uma gravidez indesejada. Consulte seu médico.

Repressão e “pecado”

Educação repressora e religião também têm peso na relação. Infelizmente isso ainda acontece. Religiões que associam sexo com pecado ou coisa feia têm influência negativa óbvia sobre a sexualidade. O pior é que muitas vezes provocam sintomas terríveis, como frustrações, insatisfações e sensação de culpa. Cure-se disso. Você pode. E deve.

Há, porém, casos em que as pessoas simplesmente não têm vontade nenhuma de praticar o sexo e nem se importam com isso. Também já falamos sobre esses casos em um vídeo e muitas pessoas se surpreenderam e relataram que elas mesmas são assim: não sentem a menor falta. Nem homens, nem mulheres. E acreditavam até então que isso só acontecia com elas. A preocupação é se isso é normal.

As fronteiras da normalidade muitas vezes são relativas ou até imperceptíveis. Se a chamada assexualidade não provoca frustração, não é isso que vai abalar sua vida. Mas se existe preocupação de sua parte, ou se isso lhe incomoda, procure saber a origem dessa total ausência de vontade. Comece consultando um bom psicólogo, que pode resolver ou indicar outros profissionais. Mas se isso não lhe preocupa e não faz a menor falta, por que esquentar a cabeça?

3 – Preciso descobrir o ponto G?

Existe muita gente encucada com isso. Muitas pensam que só vão sentir orgasmo no dia em que descobrirem e estimularem o famoso Ponto G.

Na verdade, esse personagem da sexualidade ainda permanece na lista dos mais polêmicos. Existem médicos que garantem que ele não existe e sexólogos que juram que ele existe. Nesse caso eu fico com os sexólogos, pois já comprovei em algumas mulheres a existência do ponto G. Mas também existem mulheres que não se dispõem a procurá-lo. O ponto G seria mais sensível ao prazer do que o clitóris.

Sensibilidade

Na verdade, qualquer parte do corpo de uma mulher (e evidentemente estamos falando aqui das mulheres) é sensível ao prazer. Se ela está apaixonada até um beijo na testa pode dar prazer. Mas se não estiver, um beijo na boca pode afastá-la ainda mais. Tudo depende de atitude, de sensibilidade, de amor e de paixão. Então, não se preocupe. Se você descobrir o Ponto G vai ser bom. Mas você não precisa dele como uma exigência para sentir o orgasmo.

Existem muitas preocupações por parte da mulher quando o tema é sexualidade. Aqui estão somente três. Assista aos vídeos, compartilhe, inscreva-se, clique no sininho para sempre receber avisos sobre os novos vídeos e visite o canal Recado Secreto. Relacionamento, sexualidade e comportamento. Sempre em alto nível.

 

 

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