Acreditar faz parte do sucesso também na cama

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Abordamos os temas acreditar e autoestima em artigo publicado também no nosso site Sucesso e Fortuna. É que a autoestima é uma palavra importante em qualquer setor da nossa vida. Acreditar em si mesmo (a), estar de bem com você mesmo (a), acreditar no seu sucesso, ajudam você a percorrer o caminho que levará à realização dos seus objetivos, prazeres, anseios.

Se você quiser ler o artigo no que se refere ao sucesso econômico, empresarial, financeiro, clique aqui. Neste texto que está lendo agora, vamos tratar da mesma questão na área de relacionamento humano, porque também vale o princípio segundo o qual acreditar faz parte do caminho para o sucesso.

Se você é uma pessoa que normalmente se sente feliz, provavelmente está com boa autoestima. Se é uma pessoa negativa, infeliz, cabisbaixa, mal humorada, a sua autoestima pode estar bem baixa.

É lógico que não se pode simplificar, pois muita coisa depende também do momento que estamos vivendo e de vários outros fatores. Mas o ideal aqui é levar em conta outro elemento: a autoconfiança. Não confundir com autossuficiência, que pode ser entendida como uma característica muitas vezes revestida de certa arrogância. A autoconfiança está relacionada à convicção – com base num julgamento consciente – daquilo que somos capazes de conquistar. Mas sem arrogância.


O fato é que as pessoas que confiam em sua capacidade estão mais bem preparadas para vencer e superar obstáculos. Vejam o caso da disfunção erétil (impotência), tema abordado em outro de nossos artigos. A disfunção erétil pode estar relacionada a problemas físicos, a questões de saúde. Mas pode ser causada também por uma dose excessiva de insegurança, de angústia, de baixa autoestima.

Esse sentimento de autoestima tem muito a ver com sua história de vida. Uma pessoa que se sente derrotada não terá autoestima. E perceba o que foi dito: uma pessoa que se sente derrotada. Porque ela pode sentir-se uma derrotada, sem ser uma derrotada. E até por ter sido convencida, por pessoas, fatos, acontecimentos, que é uma derrotada.

Pais e mães devem ter em mente que o desenvolvimento humano começa muito cedo e que a forma como o nosso ego está estruturado foi influenciada pela nossa história de vida e pelo meio social em que vivemos. Adultos que, literalmente, massacram a mente das crianças, chamando-as de burras, incapazes, tratando-as como inferiores, acabam por ser responsáveis pela interiorização desses sentimentos negativos, que fatalmente irão influenciar na personalidade dessa pessoa, com reflexos graves também na fase adulta.

E esses sentimentos, por sua vez, vão se refletir nos nossos relacionamentos amorosos e no nosso comportamento sexual.

Pessoas com baixa autoestima têm muito mais riscos de fracassar nos seus relacionamentos, pois isso se refletirá nas suas atitudes, muitas vezes tornando-as amarguradas, egoístas e inseguras. Pode surgir o ciúme em doses exageradas, que beiram o irracional. Ou atos de irritação que correm o risco de se tornar muito sérios e até agressivos.

Quando ambos os parceiros têm elevada autoestima, normalmente têm mais chances de manter um equilíbrio maior, mais harmonioso, mais alegre e feliz no relacionamento. O estímulo para continuarem juntos é maior. E se, por algum motivo, vierem a se separar, a superação dessa perda tende a ser mais fácil.

Há algo, no entanto, que precisa ser frisado: a baixa autoestima tem cura. Em princípio, qualquer distúrbio relacionado a questões emocionais ou psicológicas pode ser superado com o tratamento adequado. Pode levar mais tempo ou menos tempo, dependendo da profundidade ou da seriedade desse conflito interior. Mas as possibilidades de aperfeiçoamento pessoal são inegáveis se houver disposição para isso, o que depende também do reconhecimento de que precisamos melhorar.

Ninguém quer ser infeliz. Todos buscam a felicidade, a leveza, a harmonia. E isso depende, fundamentalmente, de nós mesmos e da capacidade de mudarmos, quando essa mudança é que define a fronteira que nos leva à felicidade.



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